Observatório de Violências e Segurança Pública

Objetivos

Monitorar, analisar e avaliar dados, informações e  políticas de Segurança Publica.

Equipe

  • Erni J. Seibel/ UFSC.
  • Lattes: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4797879U8
  • Marcelo S. Serran de Pinho/UFSC
  • Lattes:http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4599571J9
  • Felipe Mattos Monteiro/UFFS
  • Lattes: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4121485D6
  • Gabriela Ribeiro Cardoso
  • Lattes:http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4235691Y0
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  • Irme Salete Bonamigo
  • Lattes:http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4708106J2
  • Luiz Carlos Chaves
  • Lattes:http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4758563T6
  • http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4760851A7

 

Pesquisa concluídas.

  1. “O que pensam os profissionais de Segurança pública de Santa Catarina.” Este trabalho  foi realizado durante o ano de 2011 e culminou com sua apresentação no I Colóquio Catarinense de Segurança Pública ( ALESC, 11/2011). Esta pesquisa teve sua origem nos dados da pesquisa “O que pensam os profissionais de Segurança Pública no Brasil” http://portal.mj.gov.br/main.asp?View={CF2BAE97-81BC-4482-95B9-983F1CC404DA}&BrowserType=IE&LangID=pt-br&params=itemID%3D{265C344C-CF4B-48B6-8EDC-906D15067F01}%3B&UIPartUID={2868BA3C-1C72-4347-BE11-A26F70F4CB26},realizada em 2009, sob patrocínio do SENASP (gestão Min. Tarso Genro) com a finalidade de assessorar o 1º. CONSEG (2010). O NIPP tem a posse dos microdados, cedidos pelos organizadores da mesma (Marcos Rolim, Tânia Ramos e Luiz Eduardo Soares).  Estes microdados foram retrabalhados pelo NIPP através do SPSS e apresentados no I Colóquio Catarinense de Segurança Pública (ALESC, novembro de 2011).
  2. “Indicadores De Gestão Institucional para a Segurança Pública”. Este trabalho foi aprovado em edital da SENASP “Pensando a Segurança Pública em 2011. Nele sugerimos um conjunto de indicadores para a gestão da SP no Brasil, utilizando os próprios dados da SENASP. Fez parte do projeto a organização de um grupo focal, com  a participação de vários gestores das instituições policiais de SC, onde os mesmo  avaliaram os indicadores sugeridos pelo nosso trabalho.Esta atividade foi realizada no II Colóquio Catarinense de Segurança Pública (vide anexo b). Infelizmente este trabalho não foi publicado e até o momento não temos autorização para tal, pois usamos dados da SENASP.
  3.  Pesquisa: “O Estado da Arte da Produção Bibliográfica sobre Segurança Pública na América Latina De 2000 A 2013”. Esta pesquisa está em andamento. Estamos na primeira fase que é a pesquisa sobre a produção de teses e dissertações. A partir dos dados da Capes, estamos catalogando cerca de 160 trabalhos para análise. O objetivo deste projeto é conhecer e identificar: a) formação de um campo epistêmico da SP; b) as áreas de conhecimento, c) os principais aportes teóricos e; d) as principais metodologias de investigação utilizadas. Em outras palavras, quem é que está produzindo  conhecimento sobre SP ( na direção de Políticas Públicas). 

a.Um primeiro trabalho já foi concluído e apresentado no VIII Congresso de Sociologia de Portugal (Évora, abril 2014). Uma versão ampliada será apresentada no IX Encontro da ABCP (Brasília, agosto 2014).

Pesquisa: “Análise e Avaliação de Dados e Indicadores do Sistema de Segurança Pública de Santa Catarina.” Utilizando os dados  disponibilizados pelo Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (http://portal.mj.gov.br/main.asp?View={CF2BAE97-81BC-4482-95B9-983F1CC404DA}&Team=&params=itemID={C2081310-B0FD-4053-A9FE-642E1612ACA8};&UIPartUID={2868BA3C-1C72-4347-BE11-A26F70F4CB26}. Este arquivo tem dados de 2007 a 2011 e incluir dados do sistema prisional, perfil de homicídios, dados de instituições  policiais (perfil profissional, gastos, etc.).

5)      Pesquisa: “Violência nas Escolas da Região Sul da Percepção de Professores e Diretores”. Um Estudo a Partir da Prova Brasil.” Esta pesquisa vem sendo feita desde 2010 utilizando a base de dados da Prova Brasil (2007 e 2011). Os questionários contem blocos de perguntas a professores e diretores sobre possíveis eventos de violência nas  respectivas escolas. Os questionários atingem cerca de 55.462 profissionais da educação, sendo 47.306 professores (5as. e 9as. series) e 8.156 diretores. Foram feitas 39 perguntas aos diretores e 27 aos professores. sobre eventos de violência no ambiente escolar (atentado, agressão física ou verbal,  furto, roubo, depredação, pichação, sujeira, consumo e trafico de drogas). Nas questões também são apontados os agressores (se de dentro da escola ou agentes externos a escola), assim como os agredidos (alunos, professores, funcionários). Já foram apresentados dois trabalhos em eventos (II Congresso de Pesquisas em Psicologia e Educação Moral. Indisciplina na Escola: diferentes leituras de pesquisa. (Curitiba,2011) e II Seminário Internacional Culturas e Desenvolvimento (SICDES). ( Chapecó, 2014).

a.       Proposta: Até agora só pudemos analisar a freqüência dos dados em comparar os dois períodos dados (2007 e 2011); além de poder ampliar com a publicação dos dados 2013, ainda temos um grande possibilidade de fazer estudos associativos dos dados, além de poder incorporar os dados dos alunos do ensino médio, em cujos questionários tem três perguntas sobre violência nas escolas.

6)      Pesquisa: Vitimização e Acesso A Justiça. Em 2009 o IBGE publicou a pesquisa “Características da vitimização e do acesso à justiça no Brasil”.  Os resultados forma divulgados para o Brasil, Grandes Regiões e Unidades da Federação. A pesquisa sobre vitimização buscou traçar o perfil socioeconômico das vítimas de roubo, furto, agressão física e tentativa de furto ou roubo, incluindo as características relevantes de tais ocorrências criminais bem como algumas questões comportamentais associadas a esses eventos, tais como a sensação de segurança e atitudes de prevenção da violência. No que concerne ao tema justiça, buscou-se conhecer os tipos de conflitos vivenciados pela população nos últimos cinco anos e como as pessoas tentaram resolvê-los, tanto pelo acionamento do Poder Judiciário ou de instâncias alternativas, como pela adoção ou não de outras vias. A análise dos resultados, ilustrada por tabelas e gráficos, ressalta os aspectos mais relevantes dos indicadores apresentados. (http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/vitimizacao_acesso_justica_2009/). Para nosso espanto não encontramos nenhum trabalho que tivesse utilizado esta pesquisa para produzir algum artigo ou coisa parecida. No contexto de um treinamento em SPSS decidimos escrever um artigo (” Percepções sobre o Sentimento de Segurança entre os Brasileiros: Investigação Sobre Condicionantes Individuais”), que foi apresentado no   V WAPOR (Congreso Latinoamericano de Opinión Pública). (2012, Bogotá) e publicado  na Revista Brasileira de Segurança Pública, v. 7, p. 144-161, 2013.

a.       Proposta; entendemos que produzir periodicamente pesquisas sobre vitimização deva ser uma política pública a ser incorporada pelos gestores de SP e a academia deveria estimular, não somente realizando estas pesquisas como também produzindo metodologias de analise, para que no futuro as próprias instituições a façam regularmente. No mesmo período em que participamos do V WAPOR o Cmte.   da PM/SC  deu entrevista no DC ( julho de 2011) comentando uma pesquisa sobre vitimização em SC, cujos resultados agora temo disponíveis. Se tivermos os microdados poderemos ampliar a pesquisa com associações estatísticas mais  complexas. 

7)      Pesquisa: Estatísticas do Séc. XX. O IBGE tem no seu sitio uma base de dados denominada Estatísticas do Séc. XX (http://seculoxx.ibge.gov.br/populacionais-sociais-politicas-e-culturais), com dados desde 1908, sobre os temas: associativismo,cultura, educação, habitação, infra-estrutura, justiça,população, previdência social, representação política,  saúde e trabalho. A proposta deste trabalho é capturar estes quadros para análise e divulgação. Dois aspectos são aqui relevantes para este projeto. Em primeiro, destacamos as classificações sociais utilizadas à época para diversas situações e, sua subseqüente variação, bem como as instituições mais operantes e suas funções, assim como a  classificação dos indivíduos enquanto sujeitos de ações publicas. Em segundo plano as intensidades estatísticas. Do ponto de vista sociológico é importante destacar  que as  classificações estatísticas revelam indicam o status público dos indivíduos e as suas distinções (BOURDIEU)  bem como a sua biografia (POPKEWITZ & LINDBLAD). O objetivo a) identificar as classificações mais relevantes; e b) identificar os dados mais significativos e intensos.

a.       Proposta: montar uma amostra itinerante com quadros (encadernados) sobre as estatísticas do campo da SP (lá, denominado  Judiciário) (exemplo no anexo C).